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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026

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EXCLUSIVO – ALERTA VERMELHO EM ISRAEL

Fontes indicam infiltração de comandos especiais iranianos em solo israelense

EXCLUSIVO – ALERTA VERMELHO EM ISRAEL
ATTA KENARE / AFP
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Tel Aviv amanheceu sob tensão máxima. Fontes da inteligência ocidental e relatos extraoficiais vindos de círculos militares sugerem que comandos especiais do Irã já estariam infiltrados em território israelense, prontos para uma série de sabotagens cirúrgicas contra alvos estratégicos.

Trata-se, segundo analistas, da operação mais ousada de Teerã desde o início das hostilidades indiretas com o Estado judeu. A presença desses comandos – altamente treinados, silenciosos e letais – está sendo considerada não apenas plausível, mas praticamente confirmada nos bastidores das agências de segurança.

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OPERAÇÃO “FANTASMAS DO MAR” – Como eles teriam entrado?

De acordo com informações ainda não confirmadas oficialmente, as rotas de infiltração incluiriam:

  • Desembarque noturno ao sul de Ashkelon, região, pouco vigiada, com camuflagem em embarcações civis;

  • Entradas via Gaza, com apoio logístico de células do Hamas treinadas no Irã;

  • Possível uso do Mar Vermelho, com inserção na área de Eilat, se aproveitando do turismo para disfarçar movimentações.

"Eles não usam uniformes, não falam árabe ou farsi em público, e estão armados com equipamentos de última geração ocidental e russo. São fantasmas treinados para se mover como civis comuns até o momento exato do ataque", relatou uma fonte militar sob anonimato.


OBJETIVOS NA MIRA DOS COMANDOS

As suspeitas recaem sobre instalações estratégicas já colocadas sob alerta pelo governo israelense:

  • Usinas de energia como a de Ashkelon;

  • Instalações militares sensíveis em Haifa e Tel Aviv;

  • Data centers, infraestrutura de comunicação e linhas férreas;

  • E até operações de assassinato seletivo de figuras políticas ou militares.

Segundo especialistas, essas ações não buscariam apenas dano físico, mas sobretudo desestabilização psicológica e propagandística. "Uma explosão misteriosa numa base ou um blecaute total em uma cidade pode valer mais que mil mísseis disparados", declarou o coronel reformado Dan Lior, da reserva do exército israelense.


🕵️ O SILÊNCIO DO MOSSAD – Estratégia ou despreparo?

Até o momento, o governo de Israel não confirma nem nega os rumores. A ausência de pronunciamento oficial pode ser parte de uma estratégia deliberada para não alarmar a população ou para encobrir a caçada já em andamento.

"Se esses homens já estão aqui, o Mossad certamente sabe. A questão é: quantos conseguiram entrar, e o que exatamente estão prestes a fazer?", diz uma fonte ligada ao Shin Bet.


RISCOS IMEDIATOS

Especialistas alertam que, se os comandos iranianos entrarem em ação, o resultado será uma resposta devastadora de Israel. O país já mobiliza suas unidades de contraterrorismo e reforça o controle de fronteiras e zonas costeiras.

Caso confirmada, essa operação poderá servir de gatilho para uma guerra aberta entre Irã e Israel, arrastando consigo Líbano, Síria, Gaza e até forças americanas da região.


E AGORA?

Enquanto isso, os cidadãos israelenses vivem horas de incerteza. Autoridades recomendam cautela com boatos, mas já se fala nos bastidores de evacuações preventivas em instalações sensíveis e aumento do nível de alerta nos aeroportos.

O que está prestes a acontecer? Os próximos dias – ou até as próximas horas – podem definir o rumo do Oriente Médio para os próximos anos.

Ficção *Retirado do livro: "A Guerra não Pensada" obra autoral em criação 

*que pode já não ser ficção mais

FONTE/CRÉDITOS: Por Redação Internacional - Especial para o Jornal de Guerra e Geopolítica
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