Tel Aviv amanheceu sob tensão máxima. Fontes da inteligência ocidental e relatos extraoficiais vindos de círculos militares sugerem que comandos especiais do Irã já estariam infiltrados em território israelense, prontos para uma série de sabotagens cirúrgicas contra alvos estratégicos.
Trata-se, segundo analistas, da operação mais ousada de Teerã desde o início das hostilidades indiretas com o Estado judeu. A presença desses comandos – altamente treinados, silenciosos e letais – está sendo considerada não apenas plausível, mas praticamente confirmada nos bastidores das agências de segurança.
OPERAÇÃO “FANTASMAS DO MAR” – Como eles teriam entrado?
De acordo com informações ainda não confirmadas oficialmente, as rotas de infiltração incluiriam:
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Desembarque noturno ao sul de Ashkelon, região, pouco vigiada, com camuflagem em embarcações civis;
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Entradas via Gaza, com apoio logístico de células do Hamas treinadas no Irã;
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Possível uso do Mar Vermelho, com inserção na área de Eilat, se aproveitando do turismo para disfarçar movimentações.
"Eles não usam uniformes, não falam árabe ou farsi em público, e estão armados com equipamentos de última geração ocidental e russo. São fantasmas treinados para se mover como civis comuns até o momento exato do ataque", relatou uma fonte militar sob anonimato.
OBJETIVOS NA MIRA DOS COMANDOS
As suspeitas recaem sobre instalações estratégicas já colocadas sob alerta pelo governo israelense:
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Usinas de energia como a de Ashkelon;
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Instalações militares sensíveis em Haifa e Tel Aviv;
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Data centers, infraestrutura de comunicação e linhas férreas;
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E até operações de assassinato seletivo de figuras políticas ou militares.
Segundo especialistas, essas ações não buscariam apenas dano físico, mas sobretudo desestabilização psicológica e propagandística. "Uma explosão misteriosa numa base ou um blecaute total em uma cidade pode valer mais que mil mísseis disparados", declarou o coronel reformado Dan Lior, da reserva do exército israelense.
🕵️ O SILÊNCIO DO MOSSAD – Estratégia ou despreparo?
Até o momento, o governo de Israel não confirma nem nega os rumores. A ausência de pronunciamento oficial pode ser parte de uma estratégia deliberada para não alarmar a população ou para encobrir a caçada já em andamento.
"Se esses homens já estão aqui, o Mossad certamente sabe. A questão é: quantos conseguiram entrar, e o que exatamente estão prestes a fazer?", diz uma fonte ligada ao Shin Bet.
RISCOS IMEDIATOS
Especialistas alertam que, se os comandos iranianos entrarem em ação, o resultado será uma resposta devastadora de Israel. O país já mobiliza suas unidades de contraterrorismo e reforça o controle de fronteiras e zonas costeiras.
Caso confirmada, essa operação poderá servir de gatilho para uma guerra aberta entre Irã e Israel, arrastando consigo Líbano, Síria, Gaza e até forças americanas da região.
E AGORA?
Enquanto isso, os cidadãos israelenses vivem horas de incerteza. Autoridades recomendam cautela com boatos, mas já se fala nos bastidores de evacuações preventivas em instalações sensíveis e aumento do nível de alerta nos aeroportos.
O que está prestes a acontecer? Os próximos dias – ou até as próximas horas – podem definir o rumo do Oriente Médio para os próximos anos.
Ficção *Retirado do livro: "A Guerra não Pensada" obra autoral em criação
*que pode já não ser ficção mais

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