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Segunda-feira, 01 de Junho de 2026

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O TDAH é diferente entre meninos e meninas?

Existem variações notáveis em como esses sintomas são expressos

O TDAH é diferente entre meninos e meninas?
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O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) pode se manifestar de maneira diferente em meninos e meninas. Embora ambos compartilhem sintomas centrais como desatenção, hiperatividade e impulsividade, existem variações notáveis em como esses sintomas são expressos.

Diferenças nos Sintomas

Meninos:

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  • Meninos tendem a exibir mais sintomas de hiperatividade e impulsividade, como inquietação, dificuldade em permanecer sentados, falar excessivamente e interromper os outros.
  • Eles podem ser mais propensos a ter comportamentos disruptivos e desafiadores, o que pode levar a problemas na escola e em interações sociais.
  • Devido à natureza mais óbvia desses comportamentos, meninos são diagnosticados com TDAH em uma idade mais precoce em comparação com as meninas.

Meninas:

  • Meninas com TDAH tendem a apresentar mais sintomas de desatenção, como dificuldade em manter a atenção em tarefas, seguir instruções e completar trabalhos escolares.
  • Elas podem ser mais propensas a internalizar seus sintomas, levando a ansiedade, baixa autoestima e depressão.
  • Meninas são frequentemente diagnosticadas mais tarde ou podem não ser diagnosticadas corretamente, pois seus sintomas podem ser menos disruptivos e mais facilmente atribuídos a outras causas.

Razões para as Diferenças

Biológicas e Genéticas: Diferenças biológicas e genéticas podem influenciar como o TDAH se manifesta em meninos e meninas.
Expectativas Sociais: Expectativas de gênero podem influenciar como os sintomas são percebidos e tratados. Meninos são frequentemente esperados para serem mais ativos e assertivos, enquanto meninas são esperadas para serem mais comportadas e atentas.
Métodos de Diagnóstico: Os critérios de diagnóstico e as ferramentas de avaliação podem ser mais propensos a capturar os sintomas típicos observados em meninos, levando a um sub diagnóstico em meninas.

Conclusão

Entender essas diferenças é crucial para um diagnóstico preciso e para o desenvolvimento de planos de tratamento eficazes que atendam às necessidades específicas de cada criança. Pais, educadores e profissionais de saúde precisam estar cientes dessas variações para garantir que tanto meninos quanto meninas recebam o apoio necessário.

FONTE/CRÉDITOS: Por Claudio Joel - Rede Triscar
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