Portal de Notícias!

Terça-feira, 28 de Abril de 2026

Notícias/Política

Bolsonaro: “Discutir plano para matar alguém? Isso nunca aconteceu”

"Eu jamais compactuaria com qualquer plano para dar um golpe. Quando falavam comigo, era sempre para usar o estado de sítio, algo constitucional, que dependeria do aval do Congresso", diz o ex-presidente

Bolsonaro: “Discutir plano para matar alguém? Isso nunca aconteceu”
ex-presidente Bolsonaro - Redes Sociais
IMPRIMIR
Use este espaço apenas para a comunicação de erros nesta postagem
Máximo 600 caracteres.
enviando

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), um dos 37 indiciados pela Polícia Federal (PF) no inquérito que investiga uma suposta tentativa de golpe de Estado no Brasil, voltou a negar que tenha planejado impedir a posse do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Em entrevista à revista Veja, Bolsonaro também negou qualquer envolvimento em um suposto plano de assassinato de Lula, do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). 

O hipotético planejamento do crime foi revelado pela PF no âmbito da Operação Contragolpe, deflagrada na última terça-feira (19), que culminou na prisão de quatro militares e um policial federal. 

Publicidade

Leia Também:

“Lá na Presidência, havia mais ou menos 3 mil pessoas naquele prédio. Se um cara bola um negócio qualquer, o que eu tenho a ver com isso? Discutir comigo um plano para matar alguém? Isso nunca aconteceu”, garantiu Bolsonaro. 

Ainda segundo o ex-presidente, ele jamais endossaria qualquer plano de golpe de Estado no país. 

“Eu jamais compactuaria com qualquer plano para dar um golpe. Quando falavam comigo, era sempre para usar o estado de sítio, algo constitucional, que dependeria do aval do Congresso”, afirmou. 

Bolsonaro foi indiciado pela PF pelos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de estado e organização criminosa. 

Também foram indiciados os generais Augusto Heleno, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI); e Walter Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil e da Defesa e candidato a vice-presidente da República nas eleições de 2022. 

Entre os 37 indiciados, ainda estão o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ), ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) no governo Bolsonaro, e Valdemar Costa Neto, presidente nacional do PL, partido do ex-presidente da República. 

O relatório final da PF tem mais de 800 páginas. O documento foi finalizado na tarde de quinta-feira (21) e encaminhado ao STF. 

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, deve compartilhar o relatório com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Caberá ao PGR, Paulo Gonet, a decisão sobre a apresentação ou não de uma denúncia contra os investigados. O chefe do Ministério Público Federal (MPF) também pode pedir novas diligências. 

FONTE/CRÉDITOS: Fábio Matos - Uol
Comentários:

Veja também

King Pizzaria & Choperia
King Pizzaria & Choperia

Crie sua conta e confira as vantagens do Portal

Você pode ler matérias exclusivas, anunciar classificados e muito mais!